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quarta-feira, 16 de novembro de 2016

SGEP/MS LANÇA PUBLICAÇÃO: SUBSÍDIOS PARA O CUIDADO À SAÚDE DO POVO CIGANO


É preciso conhecer antes de julgar, somos muitos,
Somos de diferentes etnias.
Nossa cultura e nossa tradição estão morrendo e precisamos de ajuda.
Estamos em todos os Estados do território Nacional e Distrito Federal.
O mais difícil é que permanecemos entregues a nossa própria sorte.

Mio Vacite – Violinista e músico, cidadão brasileiro Rom Horaranô


A Secretaria de Gestão Estratégia e Participativa do Ministério da Saúde (SGEP/MS) lançou no dia 10 de novembro de 2016, a cartilha Subsídios para o Cuidado à Saúde do Povo Cigano. O lançamento aconteceu durante a 287ª Reunião Ordinária do Conselho Nacional de Saúde (CNS) e contou com a participação da presidente da AMSK/Brasil, Elisa Costa, do diretor do Departamento de Apoio à Gestão Participativa – DAGEP, Esdras Daniel Pereira, e do presidente do CNS, Ronald Ferreira dos Santos.

Foto: Aedê Cadaxa
Elaborada pelo Departamento de Apoio à Gestão Participativa (DAGEP) da SGEP, em parceria com a Associação Internacional Maylê Sara Kalí (AMSK), fruto do trabalho realizado como desdobramento do resultado do evento Brasil Cigano: Primeira Semana Nacional dos Povos Ciganos, promovido nos dias 21 a 24 de maio de 2013, em Brasília – DF, coordenado pela Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República (SEPPIR/PR).

O documento foi elaborado pela necessidade de gerar conhecimento para o conjunto dos trabalhadores de saúde – gestores de políticas públicas, agentes comunitários de saúde, médicos, enfermeiros e demais profissionais que atuam no atendimento nos serviços de saúde – sobre a história dos povos ciganos, as dinâmicas de discriminação, preconceito e racismo institucional que criam obstáculos ao acesso deste segmento da população aos serviços de saúde, as situações de riscos ambientais que assolam a saúde dessa parcela da população brasileira, as necessidades das mulheres e dos homens de etnia cigana para o atendimento nos hospitais e nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), a importância da promoção à atenção básica de saúde da família nessas comunidades, e os marcos legais nacionais.

A AMSK/Brasil agradece ao Departamento de Apoio à Gestão Participativa -DAGEP, da Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa - SGEP/MS, pela parceria na realização dos estudos e pesquisas pautados na realidade de vida da população romani do Brasil. E pelo empenho no desenvolvimento de ações afirmativas de Políticas de Promoção da Equidade em Saúde que promove o respeito a população romani, com o lançamento do primeiro documento oficial do Ministério da Saúde que reconhece o Povo Romani como sujeitos de direitos.

Saiba mais...






sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Campanha "Criança X Tecnologias - Desintoxicação Digital - TODAS AS CRIANÇAS


Assiste aqui:

Hoje é o último dia da nossa campanha especial "Criança X Tecnologias - Desintoxicação Digital", um tema tão importante e atual, que nessa mesma semana foi ao AR uma entrevista da nossa querida EVELYN EISENSTEIN no Fantástico, um manual super bem elaborado sobre o tema produzido e desenvolvido pela SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA, e o site UOL fez uma TAB, um canal de reportagens especiais, sobre o mesmo tema.

Isso mostra o quanto é importante movimentos como esses pois esse tema ainda é muito ignorado e/ou negligenciado pelos pais, educadores e outros adultos, por ainda não considerarem ou priorizarem esse problema.

Convido todos a darem seu último apoio e compartilharem a nossa página da campanha, e se possível, nossos posts referentes ao tema em nosso portal. AHHH temos uma novidade bem legal tbm. Essa semana gravamos uma entrevista rapidinha com o PAPAI POP Marcos Piangers, onde ele fala como é a relação dele e dos filhos com a tecnologia, e ele dá dois pontos de vistas bem bacana sobre.

Clique e assistam: https://youtu.be/SCvowxF5Ph8

Segue os restantes dos links:

a) Link da página Crianças X Tecnologias - Desintoxicação Digitalhttp://lp.4daddy.com.br/detox-digital/ (é importante que toda divulgação/post/email leve para essa página)
 
b) Link da 1ª Matéria que foi ao AR no 4daddy: www.4daddy.com.br/filhos-e-tecnologia-o-excesso-de-estimulacao-eletronica/
 
c) Link da 2ª Matéria que foi ao ar no 4daddy: http://4daddy.com.br/saude-de-criancas-e-adolescentes-na-era-digital/
  
d) Link da 2ª Matéria que vai ao AR no 4daddy: www.4daddy.com.br/a-presenca-da-tecnologia-na-vida-de-nossos-filhos/


O melhor disso é saber que quem assina é o pai do Vinícius, o Pedro. Simples assim, o que nos deixa com aquela vontade de dizer que precisamos assumir a maternidade e a paternidade coletiva. Quando o filho ou filha do outro for um pouco seu ou sua, isso fará ainda mais a diferença.


AMSK/Brasil

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

PROJETO KALINKA PROMOVE AULA TEMÁTICA AOS DISCENTES DO CURSO DE SAÚDE COLETIVA DA UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA



O Projeto Kalinka promoveu a aula temática sobre o Povo Romani (ciganos) e as Ações em Saúde Coletiva, na disciplina Pensamento Social em Saúde, no Campus Ceilândia da Universidade de Brasília (UnB), no dia 7 de novembro de 2016, Brasília-DF.

A AMSK/Brasil com o apoio da Profa. Dra. Maria Inez Montagner realizou a Oficina do Projeto Kalinka a cerca de 40 discentes do curso de Saúde Coletiva da Universidade de Brasília (UnB), Campus Ceilândia. A aula temática sobre o povo romani (ciganos) promoveu a reflexão dos futuros profissionais sobre as questões de enfrentamento ao racismo e ao preconceito, e as ações em saúde coletiva para atendimento das necessidades desta parcela da população brasileira.

A intervenção didática-pedagógica propiciou aos discentes vivenciarem situações enfrentadas pela abordagem dos agentes públicos quanto a realização de ações de atenção básica à saúde em núcleos familiares romani, e na implementação de políticas públicas de atendimento as suas necessidades. A dinâmica destacou a importância do trabalho dos Agentes Comunitários de Saúde na realização das orientações ao acesso ao serviço público de saúde, a cidadania, e o respeito ao modo de vida e expressões culturais do povo romani.





A AMSK/Brasil agradece a parceria e o comprometimento dos participantes na propagação da história do povo romani do Brasil e dos marcos legais nacional e internacional.






domingo, 6 de novembro de 2016

AMSK PARTICIPA DE SEMINÁRIO NACIONAL DE SAÚDE DAS MULHERES


A Comissão Intersetorial de Saúde da Mulher do Conselho Nacional de Saúde (CISMU/CNS) realizou nos dias 04 e 05 de novembro de 2016, em Brasília – DF, o Seminário Nacional de Saúde das Mulheres, com o tema Histórias e lutas inscritas em nossos corpos e expressas em nossa saúde: nenhum direito a menos.

O evento considerado como uma atividade preparatória a 2ª Conferência Nacional de Saúde das Mulheres – 2ª CNSMu, que se realizará no próximo ano de 2017.

Representantes de vários movimentos, redes, fóruns, conselhos estaduais e municipais de saúde, e de povos e comunidades tradicionais estiveram participando dos debates promovidos nas mesas temáticas:

1. Conjuntura atual e seu impacto na vida e na saúde das mulheres;
2. O mundo do trabalho e a saúde das mulheres;
3. Vulnerabilidade nos ciclos de vida das mulheres na Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher;
4. Políticas públicas para mulheres e participação social.

Mulheres Romi e Indígenas

Mulheres Romi, Afrodescentes e Indígenas
Mulheres Romi, Pescadora Artesanal, e LGBT


A AMSK/Brasil participou dos debates salientando sobre a necessidade de promoção de atividades de incentivo a participação das mulheres romani nas conferências estaduais, distrital e municipais.

O Conselho Estadual de Saúde de Goiás é o primeiro órgão colegiado a lançar Resolução para realização da Conferência Estadual de Saúde das Mulheres.


A partir do mês de janeiro de 2017 será disponibilizado o calendário das conferências locais. Mulheres participem!

Saiba mais...


Seminário discute demandas sociais para 2ª Conferência Nacional de Saúde da Mluher http://catarinas.info/seminario-discute-demandas-dos-movimentos-para-2a-conferencia-nacional-de-saude-da-mulher/

sábado, 5 de novembro de 2016

PEDIMOS OS VOTOS DOS ROM NOS ESTADOS UNIDOS PARA HILLARY CLINTON - WE ASK THE VOTE OF THE RROMA OF THE UNITED STATES TO HILLARY CLINTON


  A AMSK/Brasil, vem por meio desta, apoiar e compartilhar o pedido de nosso querido amigo e grande defensor dos Rromá em todo o mundo, Juan de Dios Ramirez Herédia, para nos atentarmos e apoiar Hillary Clinton para a presidência da Casa Branca. 

 Aos brasileiros de etnia romani que moram nos Estados Unidos e todos os romani que lá se encontram, pensem e verifiquem bem o apoio de vocês. 

De fato os Estados da Virgínia e Lousiania possuem muitos da Rromá e também são estados onde a discriminação, a rromafobia se faz presente.
A direita avança no mundo todo, assustadoramente e precisamos estar conscientes do papel que ocupamos e queremos ocupar num mundo mais igualitário.

Devlesa

AMSK/Brasil

abaixo a foto dela com jovens da Rromá/em 2004







WE ASK THE VOTE OF THE RROMA OF THE UNITED STATES TO HILLARY CLINTON


For us there is no doubt that Hillary Clinton, the former Secretary of State during the first term of Barack Obama, will rise with the victory in the next elections for president of the United States, thanks to the overwhelming support of Americans that the vote of the Roma population living in that country will be added.
    The rroma population of the United States far exceeds the million and a half people and all have origins in waves of emigration from Europe. In fact, many rroma families participated in the colonization of Virginia and Louisiana. Then they settled in clearly characterized as more conservative states, as may be Ohio, Georgia, North Carolina and Virginia. It is common knowledge that the integration of these communities in those states has a high degree of acceptance.
    Actually, I think all gypsies planet, we are about fourteen million people, would vote no doubt Mrs. Clinton has always shown a special interest in our social and cultural reality, while a personal commitment in defense of our community where it has been attacked.
    In February 2012, to cite one of many times when Hillary Clinton has met with European rroma, in a meeting with young rroma at the US Embassy in Bulgaria, he criticized the discrimination against the rroma community in Europe, which he described as one of the "unfinished business" of the continent. It was there where he announced that the United States added to the initiative of the European Union called "Decade of rroma Integration". The then chief US diplomat said: "For too long, the rroma have been marginalized and isolated, have been prevented from contributing their talent and participate in society. This is a critical issue in human rights and affects millions of men, women and children throughout the continent. " He added, "Any society that does not educate their minor is making a mistake, and in too many places young Gypsies go to mediocre schools that often also are isolated," Clinton said. "What's the score? The rroma community feels separate, indifferent, and continues a cycle that we must break ".
    Another time, on a visit to Poland, said he would urge President Obama for his country to contribute fifteen million dollars to finance conservation works concentration camp Auschwitz-Birkenau where they were brutally murdered tens of thousands of Gypsies and Jews.
  
I can testify, for I have held talks in Warsaw with US Ambassador the Organization for Security and Co-operation in Europe (OSCE), which under the governments of the Democratic Party solidarity with the persecuted and mistreated in central European countries rroma was always clear and decisive by the US government. Undoubtedly has been the influence of Hillary Clinton that has led President Obama to last year, on the occasion of the International Rroma Day, signed an official statement in which, among other things, it said: "Today we honor the gypsy people and celebrate its rich cultural heritage, but we are also aware of the challenges that many rroma face in their daily lives. for centuries, Gypsies have suffered at the hands of tyrants of history. and many face the scourge of intolerance on this day. "
    From the Spanish Romani Union, by resolution of its Board of Directors, we ask our brothers in the United States to vote on the candidacy of Hillary Clinton. We asked to not be fooled by the candidate of the Republican Party, Donald Trump, for whom the Ku Klux Klan has asked enthusiastically vote. President Obama has addressed the Republican candidate saying, "If you do not respect women before being elected president, much less what you do when you're in office. If you accept the support of sympathizers of the Ku Klux Klan, and the Klan itself, and doubts when you ask for this support, then you tolerate that support when you're in office."


Juan de Dios Ramírez-Heredia

Lawyer and journalist
President of Spanish Romani Union 
(translation made from Spanish with automatic translator Google)



PEDIMOS EL VOTO DE LOS GITANOS DE LOS ESTADOS UNIDOS PARA HILLARY CLINTON

Para nosotros no existe la menor duda de que Hillary Clinton, la que fue Secretaria de Estado durante el primer mandato de Barack Obama, se alzará con el triunfo en las próximas elecciones a la presidencia de los Estados Unidos, gracias al apoyo mayoritario de los estadounidenses a los que se sumará el voto de los gitanos y gitanas que viven en aquel país.
    La población gitana de los Estados Unidos supera ampliamente el millón y medio de personas y todas tienen origen en oleadas de emigración procedentes de Europa. De hecho, muchas familias gitanas participaron en la colonización de Virginia y Louisiana. Luego se establecieron en estados claramente tipificados como más conservadores, como pueden ser Ohio, Georgia, Carolina del Norte y Virginia. Es de común conocimiento que la integración de estas comunidades en esos estados tiene un alto grado de aceptación.
    En realidad, yo pienso que todos los gitanos del planeta, que somos unos catorce millones de seres humanos, votaríamos sin la menor duda a la señora Clinton que siempre ha demostrado un interés especial por nuestra realidad social y cultural, al tiempo que un compromiso personal en la defensa de nuestra comunidad allí donde haya podido ser atacada.
    En febrero de 2012, por citar uno de los muchos momentos en que Hillary Clinton se ha encontrado con los gitanos europeos, en una reunión que mantuvo con jóvenes gitanos en la embajada norteamericana en Bulgaria, criticó la discriminación que sufre la comunidad gitana en Europa, que calificó como uno de los “asuntos pendientes” del continente. Fue allí donde anunció que Estados Unidos se sumaba a la iniciativa de la Unión Europea denominada “Década de la Integración Gitana”. La que entonces era jefa de la diplomacia estadounidense declaró: “Durante demasiado tiempo, los gitanos han sido marginados y aislados, se les ha impedido contribuir con su talento y participar en las sociedades. Se trata de una cuestión crítica en materia de derechos humanos y afecta a millones de hombres, mujeres y niños en todo el continente”. Y añadió: “Cualquier sociedad que no educa a sus menores está cometiendo un error, y en demasiados lugares los jóvenes gitanos acuden a escuelas mediocres en las que muchas veces, además, están aislados”, dijo Clinton. “¿Cuál es el resultado? La comunidad gitana se siente separada, indiferente, y así continúa un ciclo que debemos romper”.
    En otro momento, en una visita que realizó a Polonia, dijo que instaría al presidente Obama para que su país contribuyera con quince millones de dólares para financiar las obras de conservación del campo de concentración y exterminio de Auschwitz-Birkenau donde fueron vilmente asesinados decenas de miles de gitanos y judíos.
    Yo puedo testificar, por conversaciones que he mantenido en Varsovia con la embajadora de los EE.UU. en la Organización para la Seguridad y la Cooperación en Europa (OSCE), que bajo los gobiernos del Partido Demócrata la solidaridad con los gitanos perseguidos y maltratados en países centroeuropeos, siempre fue clara y decisiva por parte del gobierno norteamericano. Sin ninguna duda ha sido la influencia de Hillary Clinton la que ha motivado al presidente Obama para que el año pasado, con motivo del Día Internacional del Pueblo Gitano, firmara un comunicado oficial en el que, entre otras cosas, se decía: "Hoy honramos al pueblo gitano y celebramos su rico patrimonio cultural, pero también somos conscientes de los retos a los que se enfrentan muchos romaníes en su vida cotidiana. Durante siglos, los gitanos han sufrido a manos de los tiranos de la historia. Y muchos se enfrentan al flagelo de la intolerancia en este día.”.
    Desde la Unión Romaní española, por acuerdo de su Junta Directiva, pedimos a nuestros hermanos de los Estados Unidos que voten la candidatura de Hillary Clinton. Pedimos que no se dejen engañar por el candidato del Partido Republicano, Donald Trump, para quien el Ku Klux Klan ha pedido con entusiasmo su voto. El presidente Obama se ha dirigido al candidato republicano diciéndole: “Si no respetas a las mujeres antes de ser elegido presidente, mucho menos lo harás cuando estés en el cargo. Si aceptas el apoyo de simpatizantes del Ku Klux Klan, y del propio Klan, y dudas cuando se te pregunta por este apoyo, entonces tolerarás ese apoyo cuando estés en el cargo”.

Juan de Dios Ramírez-Heredia
Abogado y periodista
Presidente de Unión Romani Española