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Mostrando postagens de Novembro, 2014

PRÊMIO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS

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  A melhor resposta continua sendo o trabalho. O projeto Kalinka: Ciganos na minha escola, uma história invisível, ganhou hoje, no dia 24/11 o Prêmio Nacional de Educação em Direitos Humanos. A AMSK aplicou para concorrer a 4º Edição do Prêmio e fomos premiadas com o !º lugar na Categoria Sociedade civil.  Com a Secretária de Educação -  SECAD/MEC Macaê Evaristo, ministra Idelí Salvati da Secretaria de Direitos Humanos, Lucimara (AMSK) o Ministro da Educação Henrique Paim, Jean Wyllys. O projeto começou sua estrada em 2011 e hoje em 2014, comemoramos a consolidação de um “sonho”, um sonho possível. A melhor resposta continua sendo o trabalho.  O Dep. Federal Jean Wyllys, Flávia e Márcia da AMSK, Secretaria da SECAD/MEC - Macaê Evaristo e Lucimara (AMSK). O papel do pro fessor na construção de uma cultura de respeito à diversidade e de promoção da paz foi destacado pelo ministro da Educação, Henrique Paim, na entrega do 4º Pr

Lanterninha: Ciganos - Minha pátria é onde estão meus pés - 2 de 2

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Obrigada a TV Brasil e a UnBTV pelo carinho e pela atenção. Por expor a força e a fragilidade desses bravos guerreiro. Obrigada a todo@s que mostraram seus rostos e estão ajudando a construir uma realidade fora do estereótipo e dos campos escuros da internet. AMSK/Brasil

ALUNO NÃO PODE SER REPROVADO POR FALTAS EM RAZÃO DE CRENÇA RELIGIOSA

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TJ/GO determinou que faculdade abone faltas de aluna adventista    http://interativoonline.blogspot.com.br/     A 5ª câmara Cível do TJ/GO manteve decisão que determinou que a Faculdade Padrão, em Goiânia, GO, abone as faltas de uma aluna adventista que não podia frequentar as aulas ministradas nas sextas-feiras à noite em razão de sua religião. Por unanimidade, o colegiado acompanhou o relator, desembargador Alan Sebastião de Sena Conceição, para o qual “o direito à crença trata-se de proteção à direito fundamental do ser humano, não podendo, em hipótese alguma, ser banido ou desrespeitado, tampouco, inobservado”. A aluna alega que, desde que ingressou no curso de pedagogia, passou por várias dificuldades para adequar os horários de suas aulas, por ser membro da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Por convicção religiosa [na verdade, por respeito aos mandamentos bíblicos] não é permitido que se trabalhe a partir de sexta-feira, do pôr do sol, até o sábado no

Trailer DVD Online Club - Te doy mis ojos

Campanha dos 16 dias de ativismo tem o objetivo de promover o debate e denunciar as várias formas de violência contra as mulheres no mundo. Agência da ONU promove evento em Brasília na segunda (24), veja como se inscrever. A violência contra a mulher é encontrada dentro e fora das famílias e é praticada por agressões físicas, psicológicas, moral, patrimonial, sexual e ocorrem tanto no espaço público como no privado. Como repercussões, a violência provoca danos à saúde como estresse, enfermidades crônicas, depressão, entre outras. A Organização Mundial da Saúde (OMS) define a violência como o uso intencional de força física ou do poder, real ou em ameaça, contra si próprio, contra outra pessoa ou contra um grupo ou uma comunidade que resulte ou tenha possibilidade de resultar em lesão, morte, dano psicológico, deficiência de desenvolvimento ou privação. O relatório “Violência contra as mulheres na América Latina e no Caribe: Uma análise comparativa dos dados sobre a popul

SUBSÍDIOS PARA A SAÚDE - PARTE I

SEGURANÇA e JUSTIÇA: Mas, o que é discriminação? Segundo Maia e Rocha (2003) a lei não define. Mas tal definição pode ser encontrada em convenções internacionais, ratificadas pelo Brasil e, portanto, com força de lei no país. A primeira é a Convenção Internacional sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial, de 1965 - ratificada pelo Decreto nº 65.810, de 8 de Dezembro de 1969 -, segundo a qual discriminação significará “qualquer distinção, exclusão, restrição ou preferência, baseada em raça, cor, descendência ou origem nacional ou étnica que tem por objetivo ou efeito anular ou restringir o reconhecimento, gozo ou exercício em um mesmo plano (em igualdade de condição) de direitos humanos e liberdades fundamentais no domínio público, econômico, social ou cultural ou qualquer outro domínio da vida pública”. O imaginário popular criou uma figura de cigano muito distinta da realidade. Fantasiosa, discriminatória e abusiva. 09