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Mostrando postagens de Março, 2020

RROMALE AJ CHAVALE - ASHEN KHERE

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Quanto vale uma pessoa?
Vale para quem essa pergunta?
Já respondemos: Para quem tenha estômago para responder.
Durante séculos, valorosas pessoas foram reduzidas a números. Algumas se colocaram nessa posição. Optaram por defender, se por em risco ou mesmo se voluntariar em prol de causas, guerras e catástrofes. A essas o nosso carinho, a nossa eterna lembrança.
Estranho que nunca vemos as frases em túmulos:
Ao médico desconhecido Ao povo que aqui entregou sua vida Ao enfermeiro desconhecido ...
Enfim, o quanto valemos para alguém, depende sempre de quem somos e de quem nos conta.
Para um grande estadista, a pessoa humana vale.
"Primeiro as pessoas, depois cuidamos da economia"
Para os Religiosos e humanistas, uma pessoa vale Lc 15: 11-21
A fome por exemplo: Se gastássemos a metade dos investimentos que gastamos em armas, não haveria fome. E hoje, acompanhamos o exaustivo discurso Economia X Vidas.
Me preocupa as pessoas ... colocadas como número, sem identidade, sem nome e sem história…

RECOMENDAÇÕES DO CONANDA PARA A PROTEÇÃO INTEGRAL A CRIANÇAS E ADOLESCENTES DURANTE A PANDEMIA DO COVID-19

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O Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente – CONANDA, criado pela Lei nº 8.242 de 1991; órgão responsável por tornar efetivos os direitos, princípios e diretrizes contidos na Lei nº 8.069 de 1990 (Estatuto da Criança e do Adolescente); se manifesta em defesa dos direitos de crianças e adolescentes, durante o período em que toda a sociedade empreende esforços para a contenção da pandemia do COVID-19, reafirmando que enquanto permanecer a situação de risco, deve se intensificar a proteção integral de crianças e adolescentes:
Considerando que o artigo 227 da Constituição Federal estabelece a absoluta prioridade dos direitos de crianças e adolescentes, sua condição peculiar de desenvolvimento, proteção integral e melhor interesse, deve ser responsabilidade solidária entre Estado, família e sociedade garantir esses direitos;
Considerando que é imprescindível que as três esferas de governo elaborem Planos de Contingência visando conter a disseminação do novo coronavírus e qu…

NOTA DAS ORGANIZAÇÕES DA SOCIEDADE CIVIL DO CONSELHO NACIONAL DOS DIREITOS DA MULHER – CNDM PARA O PERÍODO DO CORONAVÍRUS.

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Prezadas mulheres brasileiras,
Com cordiais cumprimentos, as organizações da sociedade civil do Conselho Nacional dos Direitos da Mulher – CNDM vêm, publicamente, manifestar sua sororidade e sua solidariedade a todo o povo brasileiro, o qual tem sido afetado pela pandemia do COVID-19, mais conhecido como coronavírus. Nesse momento, reforçamos as orientações das autoridades em saúde mundiais e nacionais, como a OMS – Organização Mundial da Saúde, o Ministério da Saúde do Brasil e as organizações de Medicina, de Enfermagem e de defesa do Sistema Único de Saúde – SUS. No entanto, gostaríamos de acrescentar algumas reflexões:
1. FICAR EM CASA.Recomendamos o uso do termo “distanciamento social” em vez dos termos “isolamento” ou “quarentena”. Não é o momento de ficarmos isoladas, que é um termo bem mais restringente, assim como “quarentena”. Devemos evitar o contato físico, por isso “distanciamento” é mais adequado, mas podemos intensificar os contatos com pessoas que amamos pelas redes sociai…

II SEMINÁRIO DE VISIBILIDADE DOS DIREITOS HUMANOS DA MULHER

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A Coordenação dos Cursos de Direitos e de Relações Internacionais - FAJS/UNICEUB promoveu o II Seminário de Visibilidade dos Direitos Humanos das Mulheres, no dia 11 de março, em Brasília, Distrito Federal. A AMSK/Brasil representada por Elisa Costa foi convidada para compor a mesa redonda sobre o tema Mulheres e diversidade étnico-racial: a interseção gênero e raça. O momento integrado com a participação de Nailah Veleci - povo de matriz africana -, Keyla Conceição - povo pataxó -, e sob a coordenação da Profa. Sabrina Durigon. As Mulheres pertencentes a povos tradicionais atuantes na defesa do direito à dignidade humana apresentaram suas histórias, saberes, e os desafios a serem superados para a inclusão social sem o enfrentamento ao racismo estrutural.
O tema Descontruindo Preconceitos, Conhecer e Conviver desenvolvido por Elisa Costa apresentou as ações da AMSK/Brasil para a visibilidade das Romnia na aplicação das políticas públicas setoriais e dos direitos no país. Destacou que inc…

CULTURA DE PAZ E SOLUÇÃO EXTRAJUDICIAL DE CONFLITOS

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A Defensoria Pública do Distrito Federal promoveu minicurso sobre a temática Cultura de Paz e Solução Extrajudicial de Conflitos, nos dias 10 e 11 de março, no auditório da Escola de Assistência Jurídica da Defensoria Pública do Distrito Federal (EASJUR/DPDF), em Brasília, Distrito Federal.  A AMSK/Brasil representada por Elisa Costa, Lucimara Cavalcante e Sonia Reis participaram do acontecimento que evidenciou os desafios e as perspectivas na prestação de serviços da Defensoria Pública do Distrito Federal a partir da Resolução nº 125 de 29 de novembro de 2010 do Conselho Nacional de Justiça.  O evento contribuiu para o conhecimento de: 1) a Política Judiciária Nacional de Tratamento Adequado de Conflitos de Interesse (PJNTACI), criada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) por deliberação da Resolução nº 125 de 29 de novembro de 2010 com o objetivo de promover métodos de soluções de conflitos, como a mediação e a conciliação, com a instituição de os Núcleos Permanentes de Métodos Conse…