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“Tal vez Hitler no mató a suficientes gitanos”

Triste, deprimente e vergonhoso para a França, para o mundo e para qualquer ser humano que tenha o mínimo de qualquer coisa. Temos muitos amigos franceses e esse não é o pensamento de um país, mas definitivamente o povo francês merece alguém com mais caráter no cargo. Sua expulsão é de fato o mais acertado, um homem assim, não pode esquecer a história e pisar nos mais de meio milhões de romanis que alí perderam suas vidas.
AMSK/Brasil

“Tal vez Hitler no mató a suficientes gitanos”
Lo ha dicho Gilles Bourdouleix,
Diputado de la Asamblea Nacional de Francia


  Observen el parecido


Estamos en un mundo de locos. Acabamos de difundir nuestro comunicado sobre la reprobable política deportadora del Gobierno francés, y cuando pensábamos que difícilmente se podía poner más alto el listón de la intolerancia y la marginación, un terrible bofetón de ignominia y de desprecio nos ha sacudido el rostro cuando acabamos de leer la noticia que os trasladamos.


Este fin de semana, durante una disputa con los ocupantes de un campamento gitano, el Diputado Bourdouleix afirmó que "tal vez Hitler no mató a suficientes roms". Este Diputado pertenece al partido Unión de Demócratas e Independientes (UDI) y es, a su vez, alcalde del municipio de Chalet.

"Estas son palabras indignas de un funcionario electo de la República", denunció Fabienne Haloui, responsable de la comisión de Derechos y Libertades del Partido Comunista Francés (PCF). Haloui afirmó que ninguna situación, ningún acto de cólera, puede justificar la referencia a un campo de concentración nazi y su política genocida. La presencia de este diputado en el Parlamento –añadió--  avergüenza a la representación nacional.

Bourdouleix será expulsado de su formación política (UDI), ha informado el secretario general de ese partido centrista tras afirmar que sus palabras son "incalificables" e "incompatibles" con los valores de la organización. El presidente de la Unión de Demócratas e Independientes, Jean-Louis Borloo, también condenó las declaraciones del parlamentario y advirtió sobre inevitables consecuencias.

Mientras, el presidente de la Asamblea Nacional, el socialista Claude Bartolone, afirmó que "las expresiones empleadas por el señor Bourdouleix son abyectas e insostenibles. Le hacen mal a Francia. Son un insulto a nuestra historia y a nuestros valores comunes".

Nosotros, las mujeres y los hombres gitanos de España, vivimos de sobresalto en sobresalto cada vez que nos enteramos de estas barbaridades. Se nos encoge el corazón cuando nos dicen que en Grecia y en Hungría hay grupos paramilitares que revestidos con la indumentaria nazi se pasean por nuestros barrios, nos agraden, nos amenazan y a veces hasta nos matan.

Hace unos días que hemos denunciado a la policía de Eslovenia que ha actuado de forma violenta, usando una fuerza desproporcionada, contra gitanos indefensos, hombres, mujeres y niños del enclave denominado Budulovská de la ciudad de Moldava nad Bodvou. Mientras que un grupo de ultras de Chequia convocó hace unas semanas una nueva marcha racista contra la población gitana en Ceske Budejovice después de que el sábado anterior se produjeran enfrentamientos con la policía, que se saldaron con diez heridos y treinta detenidos.

¿Es extraño, pues, que en este delirio racista que vive una parte de Europa haya un enloquecido Diputado que se atreva a lamentar que Hitler no nos hubiera matado a todos en los campos de exterminio?


Juan de Dios Ramírez-Heredia
Abogado
Presidente de Unión Romani

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