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sexta-feira, 31 de outubro de 2014

SEMANA UNIVERSITÁRIA UnB 2014



SEMANA UNIVERSITÁRIA UnB 2014
PROJETO KALINKA - Ciganos na minha escola: Uma história invisível
Brasília - DF, 3 a 7 de Novembro de 2014
Universidade de Brasília (UnB)


A Associação Internacional Maylê Sara Kalí (AMSK/Brasil) com o apoio do Decanato de Extensão da Universidade de Brasília (DEX/UnB) e da UnBTV realizará  na Semana Universitária 2014 o Projeto Kalinka com atividades educativas, culturais, direitos humanos e justiça com o objetivo de contribuir para o conhecimento das expressões culturais dos Povos Ciganos do Brasil.

Participe de nossas atividades:

- OFICINA PROJETO KALINKA - Danças Ciganas: Saúde, Cultura e Cidadania;
- GRUPO SARA KALÍ - ESPETÁCULO DE DANÇAS CIGANAS: Amé Le Rrom;
- CONFERÊNCIA - Os Direitos Fundamentais dos Povos Ciganos do Brasil;
- EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA - Brasil Cigano;
- FILMES DOCUMENTÁRIOS - Ciganos: Minha pátria é onde estão os meus pés, e Bodas Ciganas.

As inscrições são gratuitas e com certificação de participação. Inscreva-se agora mesmo nos eventos de Direitos Humanos e Justiça! Acesse http://www.semanauniversitaria.unb.br

Saiba a nossa Programação. Acesse htpp://www.amsk.org.br/eventos.html

O desafio maior de todas as construções é a visão conturbada e periférica que muitos tem da questão cigana. Existem duas lutas, dentro e fora da etnia. Vamos preservar a caminhada, que ela se faça com respeito e dignidade. Vamos celebrar os avanços e as conquistas e aquele que não souber onde essas vitórias estão, olhe bem para os lados e poderá ver que os tempos mudaram.

AMSK/Brasil


segunda-feira, 27 de outubro de 2014

FATOS IMPORTANTES



Prezados,

Durante os messes de Julho à Setembro de 2014, a AMSK participou de várias atividades de grande relevância nacional para o avanço da pauta cigana.

A construção dessa identidade é bastante distorcida pela enorme influencia de estereótipo que ainda são praticados e usados no Brasil, assim sendo, sempre vale o esforço para tentar ajudar sempre que nos é solicitado. E mais uma vez, o sucesso do Projeto Kalinka.



O FREPOP aconteceu em Lagarto/SE, entre os dias 22 à 25 de julho de 2014. Realmente foi imensamente prazeroso para a AMSK levar a Oficina do Projeto Kalinka, foram mais de 70 participantes e durou aproximadamente 2hs.






 A troca de informação sempre proporciona um salutar engajamento com outros estados e com outras realidades do cotidiano. Assim sendo, rompemos mais uma construção, seguindo o trabalho de participação do Grupo de Alagoas, no qual ressaltamos a participação de Anne Kellen e Ruiter em edições anteriores.






A pauta em questão foi de extrema importância, rendendo vários envolvimentos e vários descobrimentos. Rendeu Cordel para os Ciganos, Educação Popular em Saúde e também um diálogo franco sobre perseguição na América Latina; de fato avançamos.

 Poder reencontrar Anita Freire é sempre um grande prazer.


Um carinhoso abraço aos amigos do Chile, Uruguai, Cuba e Itália. Muitos encontros ainda virão, de fato já temos agenda para dezembro/2014 e janeiro/2015.

De 8 a 9 de agosto em Trindade/GO, com os Pastores Igor e Pastor Mile, uma amizade que nos dá muito orgulho. Direções e não problemas, essa é a diferença.



Dias 05 á 07 de setembro, INAUGURAÇÃO DA Igreja Evangélica Comunidade Cigana – de Aparecida de Goiânia/GO. O Pastor Mile de fato, era o homem mais feliz por lá. Nessa construção, a preservação da Língua, os avanços das questões em direitos humanos e outros, foram presentes em todas as conversas.




De Garibaldi, de Minas, São Paulo e de toda a região sul, mais de 50 famílias reunidas.

tem mais.... segue no próximo ...

AMSK/Brasil


sexta-feira, 24 de outubro de 2014

COMPIER DE ESTEIO ABRE ELEIÇÕES.





O Conselho Municipal de Promoção da Igualdade Étnico Racial (Compier) de Esteio abriu edital para a realização de eleição para a escolha de representantes. As inscrições serão realizadas na Casa dos Conselhos (Rua Engenheiro Henner de Souza Nunes, 150) até a próxima sexta-feira (31), das 12h30min às 18h. 

Poderão concorrer à função de conselheiro, representantes dos segmentos Negro, Cigano, de Carnaval, da Capoeira e de Povo de Terreiro de Matriz Africana. Todos os interessados em fazer parte do Compier precisam ser cidadãos residentes em Esteio e estar em pleno exercício de suas funções civis. O mandato dos conselheiros será de dois anos.

Para realizar a inscrição, o candidato ou representante da entidade, obrigatoriamente, deverá apresentar carteira de identidade, CPF, comprovante de residência e ofício da entidade que representa ou declaração individual.

A votação vai ocorrer no dia 6 de novembro, às 19h, na sala de reuniões da Casa dos Conselhos.

Vagas disponíveis

Um titular e um suplente do segmento Cigano
Um titular e um suplente do segmento Negro
Um titular e um suplente da ONG Unir Raças
Um titular e um suplente do Povo de Terreiro de Matriz Africana
Um titular e um suplente do segmento Carnaval
Um titular e um suplente do segmento Capoeira

veja a matéria oficial e o site para quaisquer dúvidas;
 
http://www.esteio.rs.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=5779%3Aconselho-de-igualdade-racial-realiza-eleicao&catid=19%3Ageral&Itemid=190

AMSK/Brasil INFORMA.

PELO QUE VOTAMOS



Prezados leitores e leitoras;

Diante dos últimos acontecimentos na política do nosso país, decidimos tornar público nosso voto; poderíamos citar várias questões, mas seremos breves;

Votamos pela Saúde popular,
Votamos pela educação popular,
Votamos pela participação social;

Votamos para que os índices nacionais, continuem retirando o Brasil de listas vergonhosas da ONU - como a da miséria, votamos para que o Brasil se torne de fato um país menos racista, que encare de frente seus maiores problemas e não jogue a sujeira pra debaixo do tapete, como fez anos seguidos, especialmente após a ditadura militar.

Precisamos acreditar e acreditamos de fato, que quando uma presidenta aponta 71% dos votos para a região mais pobre do país, ela deixa de lado a margem mais obscura que um líder de estado pode ter: “não enxergar”.

Temos acompanhado como ouvintes e como sociedade civil, todos os trabalhos na área de saúde e educação e podemos hoje vir aqui e dizer a vocês que votamos Dilma, com certeza, clareza e com muita serenidade.

Votamos na pessoa que fez com que a igualdade de raça, gênero e etnia pudesse de fato avançar e é aí que fazemos a diferença, é exatamente aí que passamos a existir.
Em 2006 conquistamos o primeiro marco legal da etnia romani no Brasil, a partir de 2011 construímos inúmeros outros, fazendo com que pela primeira vez, pudéssemos discutir a saúde, a educação, a dignidade, a mulher, a criança, a cultura de um povo e verdadeiramente começar a escrever a história do povo cigano no Brasil.

Isso minha gente transforma ideologia em realidade. Para nós a utopia só vale o tempo que gasta para sua realização e os sonhos, os nossos sonhos são de fato; os sonhos de uma nação melhor. Nada se constrói sem esforço, nada se eleva se gratidão e respeito.

Nesse domingo votamos DILMA, na esperança de continuarmos construindo pontes, onde antes não existia nada.  

Votamos por olhar de frente; para quem de fato nos enxergou, porque contar a verdadeira história de uma nação, exige coragem, valentia, ousadia e a certeza do rumo certo.

As mulheres da AMSK/Brasil

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

EDUCAÇÃO CIGANA NO PARANÁ - QUANDO A UTOPIA SE TORNA REALIDADE



“A NOSSA MÃO PODE SER LIDA POR UMA CIGANA, MAS O FUTURO DOS CIGANOS PASSAM POR NOSSAS MÃOS.” (Claudio Iovanovitchi) 26/09/2013


A todos e a todas, que costumam acompanhar nosso blog, hoje trazemos uma notícia e tanto. Para além do burburinho, as coisas podem andar. Com compreensão, carinho e atenção. CONSTRUIR, ESSA É A PALAVRA CHAVE.
 
Desde 2012, a APRECI do Paraná e a AMSK/Brasil, vem dialogando em torno da EDUCAÇÃO voltada aos ciganos e ciganas, os brasileiros de etnia romani. Em 2013, a Secretaria de Estado da Educação/PR, em especial o Departamento da Diversidade, abriu as portas, escutou e dividiu conosco os sonhos, as dificuldades e agora, em 2014 a alegria de ver a implementação funcionando.
Sem pessoas como Marli Peron, Denize Carvalho e o Keneth, nossa luta provavelmente ainda estaria engavetada. Sem profissionais como a Prof.ª Gilce Primak Niquetti, nossa estrada seria mais difícil.
O Paraná sai na frente, dando exemplo, de que uma equipe pequena, sem recurso e sociedade civil organizada, podem trabalhar juntas, trazendo dignidade, conhecimento e direitos.

Muito mais do que palavras, hoje temos números, assistam vocês essa aula de cidadania e de respeito, ministrada pela nossa querida companheira de luta e de ideais; Denize. Assistam o vídeo: http://webconf2.rnp.br/p2mzxwwp54c/

Mais informação:
Departamento da Diversidade  - (41) 3340-1712
Avenida Água Verde, 2140
Vila Izabel Curitiba - Paraná

AMSK/Brasil e APRECI/PR

terça-feira, 7 de outubro de 2014

UMA KALIN LAUREATE INTERNATIONAL UNIVERSITIES.

Nasceu o primeiro artigo cientifico na área jurídica criminal sobre o racismo contra os ciganos do Rio Grande do norte no início de junho/2014. Uma kalin de rancho, provando que é possivel romper as barreiras do racismo, da ignorância e da perseguição. Parabéns Adriana, que Baron Duvel a proteja nessa caminhada.
 
 Será ré-apresentado no XVI CONGRESSO JURÍDICO CIENTÍFICO da Universidade Potiguar - Unidade Roberto Freire, sendo o único até aqui notificado pela LAUREATE INTERNATIONAL UNIVERSITIES.  
 
Nos sentimos honradas como mulheres e descendentes em ver outra  mulher, cigana, liderança de rancho e futura advogada, lutando e contribuindo  positivamente na área jurídica para o reconhecimento do seu povo perante a sociedade.
 
Parabenizamos e ficamos no aguardo, contando em disponibilizar o material no banco de dados, estudos e pesquisa da amsk.org.
 
 
 Feliz em informar mais uma vitória,

AMSK/Brasil
 

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

OS CIGANOS DE UBERLANDIA E A QUESTÃO DE SUAS CRIANÇAS NA ESCOLA



POSSIBILIDADES E CONTRIBUIÇÕES DA GEOGRAFIA ESCOLAR PARA O POVO CIGANO

A Geografia escolar na Escola Comum

A Geografia Escolar sempre foi motivo de preocupação para quem esteve ou pretendeu se manter no poder. Nesse sentido, cabe dizer que, por meio dos processos pedagógicos e de ensino de Geografia, possibilita-se ao estudante uma visão ampla de todo o contexto, seja de uma sociedade ou de qualquer espaço habitável ou não, uma vez que essa disciplina estuda os aspectos físicos, políticos, sociais, entre outros, possibilitando uma visão critica e detalhada do espaço em análise.

Fazendo um panorama em algumas obras, mesmo que não cientificas, como é o caso d“A Arte da da Guerra”, de Sun Tzu, sobre as grandes batalhas empreendidas pelos imperadores chineses da época e seus oponentes, percebemos que estes utilizavam um fator importante e muito restrito a poucos: além de conhecer, por meio de informantes, um pouco do inimigo e sua táticas, conheciam o local em que se ocorreria a batalha. Isso era fator-chave para sucesso ou derrota da guerra (SUN TZU, 2005) Desta forma, eram informações preciosas a topografia do terreno da possível batalha, com informações de localização dos combatentes, se haveria recursos e suprimentos para a tropa, se o terreno ofereceria resistência maior para quem fosse hostilizado.
Uma importante referência, agora científica, mostra a gama de variedades e propostas: “Geografia pode e é usada por muitos, principalmente para o levantamento de informações que visam à manutenção do poder pelas grandes corpo rações políticas e suas ramificações nas bases empresariais” (LACOSTE, 2005). Sobre tal obra, em sua primeira edição, de 1976, trata Vesentini na apresentação da 10ª edição: “A presente edição brasileira deste livro, nas atuais circunstâncias é devera e oportuna. Devido a certas vicissitudes, as idéias aqui expostas acabaram não conhecendo no Brasil a circulação e os debates que elas merecem” (LACOSTE, 2005).

Neste momento o Brasil vivia ainda sob o Regime Militar, que oprimia e usava meios como a censura para impedir obras literárias e manter a escuridão de sua opressão. Neste momento, a Geografia no Brasil e o seu ensino desta disciplina viviam algo muito alem da ditadura: a imposição de uma medida que marcaria o ensino de Geografia e História, como segue:

Enquanto na universidade, na década de 70 do século XX, os debates se acirravam em decorrência da busca de novos paradigmas teóricos no âmbito do conhecimento em Geografia, a escola pública de primeiro e segundo graus, hoje ensino fundamental e médio, enfrentava um problema ocasionado pela Lei, 5.692/71: a criação de estudos sociais com a eliminação gradativa da História e da Geografia da grade curricular (PONTUSCHKA,
PAGANELLI, CACETE, 2007, p. 59)

Sendo assim, Geografia tem um papel muito grande na formação dos cidadãos, pois com sua síntese de conhecimentos, envolve desde a paisagem natural, com suas belezas naturais, até a transformação desta natureza pelo homem, passando por diversos fins, como as implicações de utilização desta paisagem, o porquê de usar esse espaço, como esse uso afetaria o local onde as pessoas vivem, quais seriam os agentes envolvidos. A Geografia possibilita ao professor e ao aluno a visão política do local onde se dão todas as ações feitas com os mais diversos fins, por diversos agentes modificadores desta paisagem.

Nesse sentido, a Geografia com sua síntese de conhecimentos gera incômodos a
muitos, uma vez que engloba conteúdos bióticos, abióticos, físicos, químicos, naturais, artificiais, sociais, políticos e, sobretudo humanos. Por isso, é uma disciplina que orienta e conduz o modo de ver a transformação do vivido por todos, algo que deve ser tratado com respeito ou eliminado. Ainda nos anos 1970, uma nova mudança na Geografia mundial, com a discussão de novos conceitos e metodologias, mudaria as discussões em torno do foco dos estudos, passando-se para uma ciência que abrangeria mais os conceitos humanos, considerando os valores inerentes a estes.

Com o fim do Regime Militar, a Educação brasileira sofreu muito em termos continuação dos processos de formação escolar, pois a Educação entrou em crise e foi-se a qualidade no ensino público brasileiro. A Geografia então se viu perdida em um turbilhão de problemas e conceitos epistemológicos – afinal, a Geografia dos tempos do Regime Militar ainda era uma Geografia de descrição e enumeração dos lugares; o homem era apenas uma peça e a homogeneização fazia parte do processo em que todos eram tratados de forma igual. Com o fator Homem na Geografia, novos paradigmas começam a surgir:

A Geografia defronta-se, assim, com a tarefa de entender o Espaço Geográfico num contexto bastante complexo. O avanço das técnicas, a maior     e mais acelerada circulação de mercadorias, homens e idéias distanciam os homens do tempo da natureza e provocam certo “encolhimento” do espaço de relação entre eles (CAVALCANTI, 1998, p. 16).

Estas eram as Geografias Criticas. No Brasil, os Geógrafos começam estudaram esta linha, A discussão, neste momento, não era mais tratar todos de forma igual, mas sim tratar de forma única os valores e a pessoa humana e as diferenças como diferenças Alguns autores como Straforini, achava que a Geografia Critica nunca foi apresentada de fato aos professores, que esta já foi criada e desde já colocada pronta e acabada para que os professores já a ministrassem em seus conteúdos

Na verdade a Geografia Critica foi apresentada para a grande maioria dos professores através dos livros didáticos, pulando a mais importante etapa: sua construção intelectual. Da mesma forma que os conteúdos chegavam aos professores de maneira pronta e acabada na Geografia escolar tradicional, os conteúdos sob a luz da Geografia Crítica também assumiam o mesmo papel junto aos professores, ou seja, de essencialmente dinâmicos, na Espaço Geográfico continuavam estático (STRAFORINI, 2006,p. 49-50).
Anteriormente, os professores não ensinavam o auto-reconhecimento do homem dentro de seu próprio espaço. Com esses novos paradigmas, o conflito se tornou mais visível, com a possibilidade de mudanças e novas linhas de pesquisas. Problemas que ficaram sem discussão no decorrer do ensino de Geografia, tais como as grandes mazelas sociais da população e as novas concepções sobre a cidade com o meio de vida e habitat de muitos que antes faziam parte das áreas rurais, as periferias urbanas, os excluídos, o reconhecimento de uma variedade maior de raças e credos mesmo limite urbano e suas diferenças.

Para o Autor a Geografia Critica é construída todos os dias, seja em nossas casas,
quando saímos às ruas e socializamos com os demais, no trabalho, na escola como estudantes e professores, como consumidores, geradores de renda e misérias, como poluidores do sistema, quando concordamos ou fingimos não ver que o rolo compressor da injustiça ou dos interesses de grupos privilegiados subjuguem os mais fracos.
Apesar das questões novas para uma sociedade que teve uma abertura de possibilidades com o fim do Regime Militar, principalmente nas questões escolares, ainda caminhou se pouco, como argumenta Cavalcanti (1998).

Embora haja um significativo desenvolvimento da pesquisa e da produção científica sobre a Espaço Geográfico de ensino e no âmbito específico do ensino de Geografia, é sabido que os avanços teóricos obtidos têm chegado muito lentamente à Espaço Geográfico escolar, que permanece em boa parte respaldada em concepções teóricas tradicionais, tanto do ensino quanto da Geografia. Por outro lado, os professores têm insistido na procura de respostas a questões relacionadas com as dificuldades de aprendizagem dos alunos (CAVALCANTI, 1998, p.11). 



FRANCO ANDREI BORGES

 Vale a pena ler esse material sobre escola e sua geografia "cigana". De fato mais um estudo que ajuda e muito na possibilidade e na criação de mais parcerias. Desvendar a educação das crianças ciganas em estado de intinerancia é muito mais que cumprir com o CNE 3. Trata-se de respeito, trata-se de enxergar o outro e dar a ele o direito de estar, ser e sonhar.

AMSK/Brasil