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terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Nevo bersh 2014





“Aven romalé thaj chavalé, putras nevo dromoro”  
Baxtalô, sastipen, mestipen.
Nevo bersh 2014. 

Associação Internacional Maylê Sara Kalí

Avante vamos abrir novos caminhos 
O valor somos nós que colocamos em tudo que fazemos!
 

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

NOSSOS DESEJOS

Desejamos...
que os contos com finais felizes existam...
sonhos dourados ...

***

um mundo colorido, que respeite o fato de sermos diferentes ...
um mundo que seja assim,
sustentado pela nossa paz.

Ciganos e não ciganos

IRMÃOS NESSE NATAL E EM TODOS OS QUE HÃO DE VIR.

AMSK/Brasil

Com a palavra: Carlos Drummond de Andrade



"O grande barato da vida é olhar para trás e sentir orgulho da sua história.

O grande lance é viver cada momento como se a receita da felicidade fosse o AQUI e o AGORA.

O ano que passou foi um ano cheio de coisas boas e realizações, mas também cheio de problemas e desilusões. Normal.

Às vezes se espera demais das pessoas. Normal.

O próximo ano não vai ser diferente.

O que eu desejo para todos nós é sabedoria!

E que todos saibamos transformar tudo em uma boa experiência!

Se a gente se entende e se permite olhar o outro e o mundo com generosidade, as coisas ficam diferentes.

Desejo para todo mundo esse olhar especial.

O próximo ano pode ser um ano especial, muito legal,
Se entendermos nossas fragilidades e egoísmos e dermos a volta nisso".


Carlos Drummond de Andrade
Nais Tukê Francine 

AMSK/Brasil

sábado, 21 de dezembro de 2013

FOTOS QUE CONTAM HISTÓRIA

“Living on wheels”
Kalderash Roma began to spread all over the world from Romania, after slavery had been abolished.

AMSK/Brasil

UMA TELA, UMA REALIDADE



Hora do silêncio, s/d
Heidi E. Press (Alemanha/EUA, contemporânea)
óleo sobre tela,  60 x 50 cm

AMSK/Brasil

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

XVIII PRÊMIO ESTADUAL DE DIREITOS HUMANOS

As vezes a vida nos prega algumas peças e nos tira o fôlego, isso aconteceu na vida do Profº Flávio José, mas; ele de certa forma e só Deus sabe como, soube superar. Como? Em parte, não sabemos, mas daquilo que podemos dizer está a resistência. Talvez por ser nordestino, talvez por ter um coração grande, mas pode ser porque aqueles que possuem caráter, como o do professor tem uma grandeza diferente, daquelas que não fazem alarde, trabalham. Sendo assim, desejamos a esse homem, a essa pessoa, cidadão do mundo, caminhante de sua própria estória, toda a felicidade e o respeito do mundo, porque a nossa ele já tem.

AMSK/Brasil


"Este prêmio que me será concedido, é resultado de um trabalho de pesquisa que por mais de 15 anos tenho realizado com os povos tradicionais em situação de itinerância, no nosso país e em especial no nosso estado do Rio Grande do Norte. Na minha condição de professor-pesquisador, educador social, mestre e agora doutorando em educação, busco restituir através das minhas pesquisas e publicações, os direitos dos povos ciganos, a reconstrução da sua história, a recuperação da memória histórica e sua inclusão no mundo dos considerados "estabelecidos". Me sinto feliz e reconhecido pela premiação, que também é um objeto de Educação em Direitos Humanos. Quero agradecer em especial ao grupo do DHnet Direitos Humanos e convidar a todos os amigos (as) , colegas de trabalho, professores, colegas de estudos, familiares e sobretudo aos ciganos e ciganas que dão falas e vidas nas minhas produções acadêmicas. A premiação acontecerá no dia 18/12, às 10 h, no Plenário da Câmara de Vereadores de Natal-RN." Flávio José de Oliveira. Conto com sua valiosa presença.

FORUM MUNDIAL DOS DIREITOS HUMANOS - 2013

Saúde mental e direitos dos povos ciganos encerram atividades da PFDC no Fórum Mundial de Direitos Humanos


16/12/2013 16:44



Evento reuniu mais de nove mil participantes. Ao longo de quatro dias
de atividades, membros do MPF trocaram experiências e dialogaram
com sociedade civil, órgãos internacionais e poder publico


Os avanços e desafios na efetivação de direitos no campo da Saúde Mental foi tema de mesa redonda que a Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC) promoveu na sexta-feira, 13/12, último dia do Fórum Mundial de Direitos Humanos, realizado em Brasília.

O diálogo reuniu acadêmicos, representantes do Ministério da Saúde, Ministério do Trabalho e Emprego, da Procuradoria Federal Especializada junto ao INSS, do Conselho Regional de Psicologia, da Secretaria de Direitos Humanos, além de usuários dos serviços de saúde mental. A mesa foi coordenada pelo procurador federal dos Direitos do Cidadão Adjunto Oswaldo Silva e também contou com a participação do procurador regional dos Direitos do Cidadão substituto em São Paulo, Jefferson Aparecidos Dias. "O encontro reuniu os principais interlocutores da temática de Saúde Mental, possibilitando ao Ministério Público conhecer as demandas e construir soluções conjuntas. É fundamental essa aproximação com a sociedade, que se sente parceira no processo de atuação", destacou Dias.

Também na sexta-feira, a PFDC promoveu a roda de conversa "Na Estrada com os Ciganos: diálogo sobre atuação do Ministério Público Federal pelos direitos dos ciganos". O evento foi promovido em conjunto com a Câmara de Minorias e Povos Tradicionais do MPF e buscou traçar um panorama das iniciativas já implementadas e dos desafios para a efetiva garantia dos direitos dessa população. Representantes de povos ciganos de todo o Brasil participaram do debate, coordenado pelo procurador federal dos Direitos do Cidadão Adjunto Luciano Mariz Maia e que também contou com a participação da subprocuradora-geral da República Maria Eliane Menezes e dos procuradores da República Edmundo Antônio Dias (PR/MG), Felipe Fritz Braga (PR/DF) e Flávio Matias (PRM/PB). O diálogo contou ainda com o Conselho Nacional de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), a Comissão Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais (Ministério do Desenvolvimento Social), Ministério da Saúde, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Ministério da Educação, Ministério da Cultura e a Secretaria de Direitos Humanos, por meio do Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana (CDDPH).

Já o procurador federal dos Direitos do Cidadão, Aurélio Rios, coordenou seminário que discutiu "A Defesa dos Direitos Humanos e o Enfrentamento às Violências". Estiveram em foco o envolvimento das instituições do Estado, especialmente as forças policiais, além de mecanismos de segurança pública pautados pelos direitos humanos. O debate contou com as presenças do juiz brasileiro Roberto Caldas, da Corte Interamericana de Direitos Humanos; do cientista político colombiano Alejo Vargas Velásquez, do Centro de Pensamento e Seguimento ao Diálogo da Paz da Universidade Nacional; e de Marta Santos Pais, pesquisadora na área dos direitos da criança e representante Especial da Secretaria-Geral de Violência contra Crianças da ONU.


Próximas edições - O Fórum Mundial de Direitos Humanos reuniu mais de nove mil participantes, de 74 nacionalidades. O evento foi promovido pela Secretaria de Direitos Humanos, entre os dias 10 e 13 de dezembro. Ao longo dos quatro dias de atividades, membros do Ministério Publico Federal que atuam no campo da cidadania tiveram a oportunidade de trocar experiências e dialogar com atores da sociedade civil, organismos internacionais e instituições do poder publico relacionadas aos direitos humanos. A PFDC contou com estande, no qual foram distribuídas mais de quatro mil unidades de publicações institucionais do MPF na área. Para o procurador federal dos Direitos do Cidadão, a participação no evento concretiza um importante papel do Ministério Publico Federal, o de interlocutor. "Procuradores dos direitos do cidadão de diversas partes do País estiveram presentes em mais de uma dezena de atividades, discutindo temas como liberdade de expressão, violações em megaeventos, direito a comunicação, saúde mental, memória e verdade, abuso e violência policial. Uma excelente oportunidade de diálogo e construção de soluções para os enormes desafios que existem para a efetiva garantia dos direitos humanos no Brasil". Em 2014, o Fórum Mundial de Direitos Humanos será realizado em Marrocos. No ano seguinte, na Argentina.


Informativos/Dezembro de 2013
 
AMSK/Brasil

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Intercambio de políticas públicas para povos ciganos




Data: 13/12/2013
Realizada entre 14 e 18 de outubro, ação teve como foco o intercâmbio de políticas públicas para povos ciganos.

A Secretaria de Políticas para Comunidades Tradicionais (Secomt), da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR), divulgou nesta sexta-feira, 13, o Relatório da 2ª Missão Técnica à Espanha, que teve como foco o intercâmbio de políticas públicas para povos ciganos entre os dois países.
A atividade foi realizada entre 14 e 18 de outubro, em Madri, no âmbito do projeto de Cooperação Técnica Brasil-Espanha de Combate ao Racismo e Promoção da Igualdade Racial.

O projeto foi construído a partir da realização de uma oficina com a participação de servidores de todas as unidades da SEPPIR e teve como fato gerador o Memorando de Entendimento entre o Governo da República Federativa do Brasil e o Governo do Reino Unido da Espanha para a realização de atividades de cooperação em promoção da igualdade racial, assinado em 13 de junho de 2011.

A sua elaboração procurou atender, sobretudo, ao previsto no Estatuto da Igualdade Racial (Lei nº 12.288 de 20 de julho de 2010), no Plano Plurianual (PPA) 2012-2015, bem como o Planejamento Estratégico da SEPPIR 2011-2014, que tem como objetivo a redução dos efeitos do racismo e a promoção da igualdade racial através do fortalecimento institucional da Secretaria e o apoio à execução e coordenação da Política de Promoção da Igualdade Racial no Brasil.

O projeto é composto por quatro grandes eixos que visam ao fortalecimento institucional da SEPPIR, à diminuição da taxa de homicídios entre a população jovem negra, à promoção de políticas de ações afirmativas, bem como ao fortalecimento das comunidades quilombolas e ciganas.

As ações previstas estão pautadas no apoio e realização de estudos e intercâmbios de experiências entre Espanha e Brasil e entre Centros de Pesquisa, Universidades e outras instituições. Essas ações correspondem aos programas desenvolvidos pelas áreas finalísticas da SEPPIR: a Secretaria de Políticas de Ações Afirmativas (SPAA) e a Secretaria de Políticas para Comunidades Tradicionais (SECOMT); e pela área meio, Secretaria de Planejamento e Formulação de Políticas (SEPLAN), através de apoio na sua reestruturação.

 Relatório detalhado:
SEPPIR/PR